Matheus R. B. Hentschke
"John le Carré para a geração
WhatsApp/Facebook" é isso que a diretora Susanna White entrega com a sua mais nova empreitada no cinema.
Nada contra esses aplicativos/redes sociais: elas realmente são úteis,
facilitadoras, mas o problema são as suas consequências. Um mar de pessoas que
apresenta uma atenção fragmentada, ou seja, sempre em busca de estímulos para
entreter uma cabeça já condicionada a receber pequenas e ininterruptas doses de
prazer: uma mensagem recebida aqui, uma música ouvida lá, uma olhada no face e
por aí vai.
